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Coisas que não mudam no meu Natal...

Actualmente existe uma panóplia de enfeites de Natal, de todas as cores e feitios, coisas verdadeiramente giras. Vejo árvores arranjadas por quem tem mesmo jeito para decoração e outras decorações fabulosas. 
Quase todos os anos altero as decorações de Natal. Ás vezes parece-me um desperdício de dinheiro, mas gosto especialmente de comprar as coisas de Natal e todos os anos cedo e acabo por me deixar levar. No entanto, por mais que me tente modernizar já aprendi que há uma coisa em mim que nunca vai mudar: o Natal é encarnado. Decorado a encarnado e a árvore de natal tem de ser verde. Não me transmitem o espírito de natal árvores de outras cores que não tenham um toque predominante de encarnado. Vario todos os anos na "bonecada", mas o encarnado e o verde têm de ser dominantes.
Paranoias...


Anti-social? Eu?

Pergunta hoje o Sapo na sua habitual sondagem, a quantos jantares de Natal eu vou. 
Compreende-se, nesta altura do ano, multiplicam-se os jantares de natal disto é daquilo. É do trabalho, da empresa do marido, da escola das meninas, da catequese, da natação, and so on...
Ao da escola e da catequese irei. Mais por elas que por mim. Gosto de ver a euforia dos pequenitos.
É certo que aproveito alguns dias de férias para estar com alguns amigos e, quem sabe, partilhar um jantar. No entanto, também o faço em outras alturas do ano em que estou de férias ou fins de semana XL, como os últimos dois. Daí que não lhes possa chamar jantares de Natal.
Aqueles típicos de Natal, com trocas de prenda e tudo, não sou coisa do meu agrado. Posso parecer um pouco anti-social, mas não faço "fretes". Gosto mesmo de partilhar as minhas refeições com as pessoas de quem gosto à séria, e os jantares desta época são muitas vezes impregnados de hipocrisia... As trocas de prendas "pseudo-secretas", por vezes, dão origem a amuos e críticas... Por isso, prefiro gastar os 20 ou 30 euros de cada um dos diversos jantares para partilhar com os meus amigos à séria, num registo mais intimista.



Admiro muito mesmo quem assim trabalha!

Há imensas profissões que eu admiro por aquilo que exigem das pessoas, se bem que todas, absolutamente todas sejam necessárias. Admiro muito os professores e os educadores, por exemplo.
No entanto, se há pessoas que eu admiro são aquelas pessoas que trabalham durante a noite (como os padeiros, os polícias, os médicos, enfermeiros e afins). Mas, dentro deste grupo de pessoas, ainda admiro mais quem trabalham turnos com noites incluídas. Acho terrível a variação dos horários.  Está comprovado que, quem trabalha em turnos nocturnos ou rotativos, com noite incluída, é mais propenso a ter ataques cardíacos e alterações hormonais.Também acho horrível, como acontece com o papá das Minis, quem tem de trabalhar 24 horas seguidas. É terrível.
Eu já assim tenho imensas dificuldades em dormir. Se tivesse horários rotativos ficava louca.
Aqui deixo a minha homenagem a todos os que sempre, ou às vezes, têm de prescindir do horário normal do sono.


E, que tal, um abraço?

Há dias em que parece que todos acordamos virados do avesso.
Hoje estive sozinha com elas e foi um desses dias. Acho que apenas a Mel e a Mimi (cachorra e gata) não gritaram e não se zangaram. Foi um dia desgastante de desobediência delas e falta de paciência da minha parte.
Depois de quase chegar à exaustão com tanta implicância, achei que a solução poderia passar pela técnica do abraço. Quando ela (a Mini mais nova) se preparava para disparar mais um rol de barbaridades que poderiam acabar muito mal, quando ela ia abrir a boca  tapei-lha e abracei-a muito, muito forte. Nem sempre é fácil fazer isto em dias em que durmo mal, em que a cabeça rebenta e não tenho paciência.
Tudo sossegou depois do abraço. Não sei qual de nós precisava mais, se eu se ela!

É a loucura do politicamente correcto!

É a loucura do politicamente correcto, senhores! Já não posso! Tenho que ignorar para não me enervar.
Depois da guerra por causa dos livros de fichas para menino e para menina da Porto Editora, vem agora a polémica da senhora que está muito escandalizada por haver escolas onde se conta a história da Bela Adormecida às crianças. Na opinião dela, a história é um desrespeito para com a liberdade e autodeterminação das mulheres, que não devem ser beijadas sem o seu consentimento, coisa que o príncipe faz à sua amada enquanto dorme.
Nos dias que correm as pessoas devem ter muito pouco com o que se importar para se meterem em polémicas destas. Agora tudo o que não seja multirracial, apologista do feminismo, biológico e mais uma série de coisas, mesmo que inofensivo, é visto como pernicioso. As pessoas descobrem monstros em tudo. 
Também eu sou apologista da igualdade, da liberdade e autodeterminação de todos os seres humanos (e não só das mulheres, se bem que quanto a estas a questão se levante com maior acuidade), da defesa do planeta e de uma alimentação saudável. O que eu não sou é fundamentalista nem vou em loucuras! Irra!!!
Perdoem-me o desabafo.



Sentem o mesmo que eu?

Não recorro com frequência ao médico de família, mas recorro nas urgências ao hospital público, grande parte das vezes com as Minis, que são quem tem mais "achaques". Tanto quando vou ao centro de saúde como quando vou ao hospital a qualquer consulta, seja de urgência seja de especialidade, fico sempre com a sensação que é feito tudo a "correr", sempre a despachar. Fico sempre com a sensação que haveria mais coisas para ver e para dizer, mas que o médico tem muito que fazer para se perder em pormenores. Até hoje, não tive problemas de maior com as pressas, se bem que já uma vez a Mini mais velha ficou com uma infecção não detectada inicialmente por acharem desnecessário fazer análises e, depois, foi muito difícil conseguir eliminá-la.
Ao que parece, a duração média das nossas consultas no SNS é de 15 minutos, o que nos deixa ficar bem vistos quanto à duração das mesmas. De entre 67 países somos o 10º onde o médico passa mais tempo com o doente.
A rapidez das consultas traz consequências para pacientes e para médicos. Para os primeiros traz um receituário muitas vezes desnecessário e o recurso exagerado a antibióticos como forma de precaver várias situações. Para os médicos traz muito mais stress e mais possibilidade de Burn Out.
Também sentem como eu que é tudo à pressa?


Ignorância...

Há alguns anos que ouço falar na dita "Black Friday". Devo dizer que nunca me lembro de ter ganho nada com a mesma porque, tal como acontece nos saldos, pura e simplesmente não tenho paciência para euforias nas lojas...A única coisa que ganhei foi ontem ao jantar me terem deito um desconto por ser tal dia, contudo, teria ido jantar de igual forma mesmo sem desconto.
Se me perguntassem quando é que calha tal dia eu não imaginava, até ontem. Dia em que li que é festejada nos EUA na sexta seguinte ao dia de Acção de Graças e abre a época de compras para o Natal.
Mas, hoje, aprendi uma coisa bem mais importante a origem histórica desta célebre sexta feira de consumismo desenfreado. Tanta ignorância a minha!

Actualização: Ao que parece existem mil teorias sobre a origem deste dia. Mas, numa coisa todos estão de acordo: é o dia em que mais se gasta dinheiro com compras em todo o ano!